Vinícius, Caymmi e Tom
terça-feira, dezembro 31, 2013
sábado, dezembro 28, 2013
Luxo absoluto (1)
Mário de Andrade por Anita Malfatti
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Mário de Andrade por Portinari
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Mário de Andrade por Lasar Segall
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Mário de Andrade por Tarsila do Amaral
sexta-feira, dezembro 27, 2013
O Brasil que valia a pena (6)
Anita Malfatti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade,
Menotti del Picchia e Tarsila do Amaral.
Anita Malfatti, O grupo dos cinco, 1922, tinta de caneta e lápis de cor sobre papel
Juca Mulato
Amor?
Receios, desejos,
promessas de paraísos,
depois sonhos, depois risos,
depois beijos!
Receios, desejos,
promessas de paraísos,
depois sonhos, depois risos,
depois beijos!
Depois...
E depois, amada?
Depois dores sem remédio,
depois pranto, depois tédio,
depois... nada!
E depois, amada?
Depois dores sem remédio,
depois pranto, depois tédio,
depois... nada!
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Menotti Del Picchia, Juca Mulato (Lamentação 1), 1917
sexta-feira, dezembro 20, 2013
Feliz Natal, gente!
Feliz Natal para os 3 1/2 leitores deste blog!
Já em certo país da América do Sul...
O Brasil que valia a pena (2)
Cobertura de Rubem Braga em Ipanema:
Drummond, Vinícius, Manuel Bandeira,
Mario Quintana e Paulo Mendes Campos
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É só abrir a porta e viajar
Que ideia diferente.
É só abrir a porta e viajar pela Europa.
(bem, em Paris, pelo menos...)
sábado, dezembro 14, 2013
segunda-feira, dezembro 02, 2013
Na Suécia é assim
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Na Suécia, o ministro do Supremo Tribunal vai para o trabalho de bicicleta
e metro, não tem apartamento funcional, nem secretária e nem assessores.
Já num país rico da América do Sul a coisa é diferente...
segunda-feira, setembro 23, 2013
sábado, setembro 21, 2013
Um pouco de hard bop
Em contraposição ao west coast (cool jazz), suave, surgiu o hard bop, e Pepper Adams (1930/1986), "A Faca" (The Knife), foi um dos seus melhores músicos. Como gosto muito de sax barítono, ai vai Pepper Adams durante um tour pela Inglaterra, tocando com o trio de John Horler. Enjoy.
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Roque roque in Rio? Tô fora!domingo, setembro 15, 2013
sábado, agosto 31, 2013
A hostilidade gradual das coisas
Sempre achei que coincidências não existem. Pelo menos em relação a objetos e máquinas. Vejam só o que aconteceu nestas duas semanas aqui em casa: a máquina de lavar pratos parou de funcionar e teve que ser retirada para a oficina. O cano da pia da cozinha furou. Nossa empregada faltou durante 10 dias (dengue). Tive que desmontar o ventilador do escritório, pois um fio se partiu dentro dele. As fechaduras do apartamento, tanto a dos fundos como a da frente, quebraram no mesmo dia, e tive que trocá-las com o mesmo chaveiro naquele dia (quase ficamos na rua). O aspirador de pó portátil começou a exalar um cheiro de queimado.
Fui procurar uma explicação científica para o fato.
Achei-a.
O efeito Clark-Trimble ou
a Hostilidade Gradual das Coisas
a Hostilidade Gradual das Coisas
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Clark-Trimble foi um eminente psicólogo de Cambridge. Durante uma pesquisa sobre a relação entre períodos do dia e temperamento humano, chegou à conclusão de que a baixa dinâmica humana no início do dia não era suficiente para explicar a hostilidade aparente das coisas à mesa de café da manhã - o modo como o mel gruda entre os dedos, a dificuldade de abrir o jornal etc. Ele apresentou em 1935, perante a Royal Society em Londres, a experiência que finalmente confirmou sua visão. Clark-Trimble organizou quatrocentos tapetes arrumados por ordem de qualidade, desde uma esteira grossa e barata até a caríssima seda chinesa. Então classificou, pesou e mediu pedaços de torrada com geléia, e derrubou-as sobre cada pedaço de tapete, analisando estatisticamente a incidência de fatias que caíram com a geléia para baixo. As torradas caíram sempre com a geléia para cima nos tapetes mais baratos, exceto quando o tapete barato foi separado do resto (nesses casos a torrada não sabia que Clark-Trimble tinha outros tapetes melhores), e caíram sempre com a geléia para baixo na seda chinesa. Mais notável de tudo, a incidência de geléia para baixo variou exatamente com a qualidade de tapete.
O sucesso destas experiências despertou a atenção Clark-Trimble para outras pesquisas sobre resistentia, um fato que foi diretamente responsável pelo fim trágico e súbito de sua carreira, quando pisou em um ancinho na Escola de Agronomia de Cambridge.
O sucesso destas experiências despertou a atenção Clark-Trimble para outras pesquisas sobre resistentia, um fato que foi diretamente responsável pelo fim trágico e súbito de sua carreira, quando pisou em um ancinho na Escola de Agronomia de Cambridge.
Também Noys e Crangenbacker fizeram um trabalho nessa área nos EUA. Noys realizou milhares de experiências nas quais pessoas de todas as idades e sexo, sentadas em cadeiras de todos os tipos e feitios, deixavam cair um lápis no chão. Em apenas três casos o lápis caiu ao alcance das pessoas. Já o trabalho de Crangenbacker se situa mais no campo social-industrial, em problemas específicos como se um trem ou metrô pararão com a porta defronte a você em uma plataforma lotada, ou se haverá uma caixa de correio no seu lado da rua quando você quer postar algo.
Ah, minha obturação de ouro do molar caiu na quinta-feira.
Quase engoli a dita.
Ver mais em Winner, Langdon, Autonomous Technology:
Technics-out-of-Control as a Theme in Political Thought :"Other adherents to the doctrine of technological autonomy have included Thomas Carlyle, Charles Dickens, Ralph Waldo Emerson, Nathaniel Hawthorne, Henry Thoreau, Mark Twain, Henry Adams, John Ruskin, William Morris, George Orwell and Kurt Vonnegut" (Winner 1977, p. 19)
Quase engoli a dita.
Ver mais em Winner, Langdon, Autonomous Technology:Technics-out-of-Control as a Theme in Political Thought :"Other adherents to the doctrine of technological autonomy have included Thomas Carlyle, Charles Dickens, Ralph Waldo Emerson, Nathaniel Hawthorne, Henry Thoreau, Mark Twain, Henry Adams, John Ruskin, William Morris, George Orwell and Kurt Vonnegut" (Winner 1977, p. 19)
quinta-feira, agosto 29, 2013
Stress é coisa séria
Dilma chama o prefeito Marcio Lacerda, de Belo Horizonte, de prefeito de Porto Alegre em 27/08/2013.
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Dilma inverte discursos em seu
primeiro compromisso oficial em Campinas na quinta-feira 29/08/2013. Ela
introduz o tema educação, quando o previsto era “Minha Casa, Minha Vida”.
A presidente interrompe o discurso errado, e o cerimonial leva 32 segundos
para lhe entregar o discurso correto.
terça-feira, agosto 27, 2013
quarta-feira, agosto 21, 2013
terça-feira, agosto 20, 2013
Fernando Pessoa, sempre
Quando música no Brasil era coisa séria
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Dá para pensar num show gravado ao vivo apresentado por
Millôr Fernandes, com Tom Jobim, Baden, Franklin (lembram, da flauta),
Chico, o Hepteto de Paulo Moura (entre eles Luiz Alves, Pascoal Meirelles
e Wagner Tiso certamente), o Quarteto 004 (Luiz Roberto, João Felipe,
Luiz Carlos e Athayde) e Eumir!
E tem gente hoje vendo Michel Teló e Ivete...
segunda-feira, agosto 19, 2013
Clifford Brown



Morreu antes de completar 26 anos de idade, mas é considerado
uma das figuras mais influentes do jazz!
uma das figuras mais influentes do jazz!
Gravou apenas durante 4 anos (de 1953 a 1956),
com quase todos os grandes instrumentistas da época. Entre eles Tadd Dameron,
Lionel Hampton, Art Blakey, Max Roach, Harold Land, Sonny Rollins,
Horace Silver, Russ Freeman, Shelly Manne, Jay Jay Johnson, Zoot Sims…
Seu toque era inconfundível, e não cheirava nem bebia:
gostava de comer doughnuts e jogar xadrez!
Em 1996 fui a Brasília apresentar um curso, e num final de tarde dei um pulo até o Shopping Nacional (aquele horroroso). Entrei numa loja de discos bem estranha, que tocava pagode (ainda bem que resisti e não briguei com o pessoal da loja). Perguntei se havia uma estante de jazz, e o rapaz me indicou dois palmos de prateleira ao fundo, entre discos de Roberto Carlos e artistas tão bostas quanto. Na estante de jazz tinha Sinatra, Kenny G (Jazz?) e coisa do estilo, mas também escondia uma surpresa extraordinária, que valeu o sacrifício de ouvir aquele pagode insuportável (todo pagode o é).
The Complete Blue Note-Pacific Jazz 4-CD collectio
(eram 5 LPs em vinyl quando foi lançado).
Perguntei o preço e o rapaz disse:
28 reais. Tá achando barato? Não vende nem assim...
É claro que comprei logo, e em casa fica guardado junto com meus CDs de estimação.
O saxofonista Benny Golson compôs um tema chamado I Remember Clifford,
hoje um clássico, em sua homenagem.
A seguir o trompetista Freddie Hubbard toca o tema.
com quase todos os grandes instrumentistas da época. Entre eles Tadd Dameron,
Lionel Hampton, Art Blakey, Max Roach, Harold Land, Sonny Rollins,
Horace Silver, Russ Freeman, Shelly Manne, Jay Jay Johnson, Zoot Sims…
Seu toque era inconfundível, e não cheirava nem bebia:
gostava de comer doughnuts e jogar xadrez!
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Em 1996 fui a Brasília apresentar um curso, e num final de tarde dei um pulo até o Shopping Nacional (aquele horroroso). Entrei numa loja de discos bem estranha, que tocava pagode (ainda bem que resisti e não briguei com o pessoal da loja). Perguntei se havia uma estante de jazz, e o rapaz me indicou dois palmos de prateleira ao fundo, entre discos de Roberto Carlos e artistas tão bostas quanto. Na estante de jazz tinha Sinatra, Kenny G (Jazz?) e coisa do estilo, mas também escondia uma surpresa extraordinária, que valeu o sacrifício de ouvir aquele pagode insuportável (todo pagode o é).

The Complete Blue Note-Pacific Jazz 4-CD collectio(eram 5 LPs em vinyl quando foi lançado).
Perguntei o preço e o rapaz disse:
28 reais. Tá achando barato? Não vende nem assim...
É claro que comprei logo, e em casa fica guardado junto com meus CDs de estimação.
O saxofonista Benny Golson compôs um tema chamado I Remember Clifford,
hoje um clássico, em sua homenagem.
A seguir o trompetista Freddie Hubbard toca o tema.
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sábado, julho 13, 2013
Precipitação dá nisso...
Polícia Federal concluiu que o boato sobre saques
do Bolsa Família,
que levou de milhares de beneficiários às
agências da Caixa e lotéricas
em maio, foi “espontâneo”, não havendo como afirmar que
apenas uma pessoa ou grupo sejam responsáveis.
em maio, foi “espontâneo”, não havendo como afirmar que
apenas uma pessoa ou grupo sejam responsáveis.
Em nota,
a PF informou que não existem ocorrências que
possam configurar crime
ou contravenção penal.
Vai haver novo pronunciamento dela sobre isso?
Vai haver novo pronunciamento dela sobre isso?
terça-feira, junho 25, 2013
Um pouco de nonsense
Ela é Marilena Chaui.
Doutora em Filosofia e professora da USP.
Foi Secretária Municipal de Cultura de São Paulo entre
1989 a 1992 (administração Erundina).
Super classe média alta e petista.
Pois veja ela falando a seguir e tente entender o
motivo de tanto ódio contra si mesma.
sábado, junho 22, 2013
sexta-feira, junho 21, 2013
terça-feira, junho 11, 2013
Churchill...
Telegramas
trocados entre o dramaturgo Bernard Shaw e o então primeiro ministro inglês Winston Churchill.
Convite de Bernard Shaw para Churchill:
'Tenho o prazer e a honra de convidar digno primeiro-ministro para primeira apresentação minha peça Pigmaleão. Venha e traga um amigo, se tiver.'
Resposta de Churchill:
'Agradeço ilustre escritor honroso convite. Infelizmente não poderei comparecer primeira apresentação. Irei à segunda, se houver.'
Convite de Bernard Shaw para Churchill:
'Tenho o prazer e a honra de convidar digno primeiro-ministro para primeira apresentação minha peça Pigmaleão. Venha e traga um amigo, se tiver.'
Resposta de Churchill:
'Agradeço ilustre escritor honroso convite. Infelizmente não poderei comparecer primeira apresentação. Irei à segunda, se houver.'
sexta-feira, maio 31, 2013
Novo estádio na Bahia...
Na inauguração a presidente se disse orgulhosa...
E após a queda parcial da cobertura, dias depois?
Como diria um conhecido sindicalista,
terça-feira, abril 16, 2013
quarta-feira, março 27, 2013
terça-feira, março 26, 2013
quarta-feira, fevereiro 13, 2013
O sentido de uma certa palavra (2)
Embuste, de embusteiro, que veio de imposteiro.
Esta palavra veio
de impostor,
do verbo latino IMPONERE, “impor”.
E
esta palavra veio de IN-, “em, dentro”
mais PONERE “colocar,
botar”.
Uma pessoa que se coloca dentro de uma
posição falsa
para convencer os outros e tentar obter certas vantagens.
segunda-feira, fevereiro 11, 2013
O sentido de uma certa palavra (1)
Certa vez procurei a origem etimológica da palavra insignificante.
Pois então, no latim IN significa negativo, negar.
E SIGNIFICANS vem de SIGNIFICARE, que quer dizer ter significado,
mostrar algum sinal.
Mas a foto acima explica melhor o sentido da palavra.
domingo, fevereiro 10, 2013
segunda-feira, janeiro 14, 2013
terça-feira, janeiro 01, 2013
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