Ouçam os Hi-Lo's com Frank Sinatra
numa gravação dos anos 50:
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Fui ao MAM ver a inauguração da exposição O Mito,
Geraldo fundou o Instituto Rio ao criar o Fundo Vera Pacheco Jordão com uma doação pessoal. Leia mais sobre o Instituto e se surpreenda com seu alcançe e objetivos. E pense que tipo de gente que trabalha na Alfândega é capaz de barrar uma iniciativa dessas.Bill Evans nasceu em 1929 e começou a estudar piano aos 6 anos de idade. Estudou também flauta e violino. Tocou com grandes nomes do jazz como Miles Davis, John Coltrane, Cannonball Adderley, Charles Mingus, Art Farmer, Stan Getz, Oliver Nelson, George Russell, Shelley Manne, Jim Hall, Toots Theielmans e J.J. Johnson. Seus trios ficaram famosos, ora com Paul Motian e Scott LaFaro, ora com Eddie Gomez e Marty Morell, Philly Joe Jones ou Jack DeJohnette. Seu último trio foi formado em 1978 com Marc Johnson e Joe LaBarbera. Morreu em 1980 vítima de drogas. Pena!
Pois na volta meus pais trouxeram a minha encomenda: os três LPs do concerto de 1938 do Benny Goodman no Carnegie Hall, além do LP da orquestra do Les Brown. Meus amigos não entenderam nada.
Todos compraram os LPs do quarteto, e eu também trouxe os meus LPs, mas de outro inglês: a super orquestra de jazz do Ted Heath.
E em 1967, plena época do iê-iê, com aqueles idiotas Roberto Carlos, Erasmo e Carlos Imperial, só para citar pouco para não trancar o meu teclado, eu participava do Musicanossa, encontros musicais num Teatro em Ipanema, onde só tocavam feras e que revelou muita gente tocando pela primeira vez no Rio, como Egberto Gismonti. E também era sócio do Clube do Jazz e Bossa, encontros no Teatro Casa Grande liderados pelo Jorginho Guinle, e onde só tocava gente do 1o. time. Foi lá que MIlton Nascimento apresentou pela primeira vez suas músicas que ganharam o Festival. Ele de camiseta furada, pois era mais duro que pão dormido. E os cobras do jazz tocavam lá todas as semanas de graça.
Em 1978 fui a trabalho a Nova Iorque, e para sorte minha meu ídolo Bill Evans tocava no Blue Note. Assisti tudo que pude, saindo de lá sempre de madrugada. Quando cheguei no Rio o pessoal perguntou se eu tinha ido nas boates da moda (Studio 54 etc). Sorri.Havia um muro alto entre nossas casas.
Difícil de mandar recado para ela.
Não havia e-mail.
O pai era uma onça.
A gente amarrava o bilhete numa pedra presa por um cordão
E pinchava a pedra no quintal da casa dela.
Se a namorada respondesse pela mesma pedra
Era uma glória!
Mas por vezes o bilhete enganchava nos galhos da goiabeira
E então era agonia.
No tempo do onça era assim.
Manoel de Barros
Todos esses que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão...
Eu passarinho!
Ó mar salgado, quanto do teu sal
São lágrimas de Portugal!
Por te cruzarmos, quantas mães choraram,
Quantos filhos em vão rezaram!
Quantas noivas ficaram por casar
Para que fosses nosso, ó mar!
Valeu a pena? Tudo vale a pena
Se a alma não é pequena.
Quem quere passar além do Bojador
Tem que passar além da dor.
Deus ao mar o perigo e o abismo deu,
Mas nele é que espelhou o céu.
Se soubessem que esta colônia ia ficar
como está hoje, teriam se sacrificado tanto?
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- Esses 19 mil reais serão pagos de uma só vez ou será mensal?
Cony, sem graça e tentando se esconder atrás do telefone, falou gaguejando e baixinho, para que poucas pessoas ouvissem:
- É... é mensal.
Enquanto a maioria dos brasileiros paga Imposto de Renda, a Lei 10.559 isenta os anistiados de pagamento de impostos. Mais de 4 mil pessoas recebem pensão do governo federal nessas condições, entre os quais o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outras figuras proeminentes da República.
Leia antes a postagem anterior
Só para lembrar: Os trechos a seguir também são do livro Stalin, triunfo e tragédia, volume 1 (1879-1939), de Dmitri Volkogonov (1928-1995), coronel-general do exército soviético e oficial da arma de propaganda que teve total acesso aos arquivos do Partido Comunista da URSS.
Estilo e forma de gestão
Stalin concordou com o extermínio de pessoas, evidenciando excepcional e aterradora falta de sentimentos. Listas imensas de indivíduos e grupos eram a ele enviadas.
(...) ele sancionou a execução de seu ex-assistente, A. Nazaretyan, do ex-secretário de Lênin, N. Gorbunov, de seu amigo e ex-secretário do comitê executivo central, A. Yenukidze, de A. Kosarev, a quem ele mesmo descrevera como "líder autêntico da juventude," de seu próprio tutor filosófico, Jan Sten, de A. Solts, com quem partilhou a clandestinidade pré-revolucionária, de Semen Uritsky, oficial de informações por ele muito considerado, de L. Karakhan, ex-vice-comissário do povo de Relações Exteriores, que o Secretário-Geral apresentava como exemplo para os outros, de Ya. Agranov, um chekista e antigo amigo, de A. Bubnov, ao lado de quem cumpriu as ordens de Lênin durante a guerra civil, de I. Vareikis, "um bolchevique duro," em suas próprias palavras, e concordou com a prisão de G. Broido, seu ex-vice no comissariado para as Nacionalidades.
A liberdade não tinha grande prioridade no credo bolchevique.
Caráter impiedoso
O fluxo constante de relatórios, que se transformou em avalanche, teria afetado o moral de qualquer pessoa, aterrorizando-a e abalando-lhe o íntimo. Stalin, no entanto, no auge da repressão, não deixou de ir ao teatro, de assistir filmes em sua dacha, de receber os comissários, de expedir decretos e outros documentos, de organizar ceias à meia-noite, de ditar cartas, de comentar os artigos do Pravda e do Bolshevik. Mesmo que acreditasse piamente que o terror estava eliminando inimigos reais do povo, ainda assim surpreende ao extremo sua falta absoluta de sentimentos e sua crueldade. Ele ficava observando enquanto Ulrikh assinava centenas e centenas de sentenças de morte com total indiferença, um juiz desprovido de emoções, ideal para Stalin e componente vital da guilhotina.
Stalin criou uma imagem idealizada de que não sabia de nada...
Stalin também se preocupou bastante para que seu nome não aparecesse sancionando as "punições de mais alto grau." Existem muitas cartas endereçadas a ele, bem como a Voroshilov, Molotov e outros, implorando clemência. Todos os que escreveram tais cartas pereceram. Uma vez que elas eram freqüentemente lidas sem que fossem rubricadas ou assinadas, Stalin deve ter optado por proferir oralmente sua decisão e, em alguns casos, não autorizar em absoluto a revisão de um caso, de vez que a sorte do solicitante já estava de qualquer forma decidida. Foi esta ocultação de seu papel que levou à lenda, ainda hoje vigorante, de que "ele nada sabia" da repressão. Somente a ignorância da situação real pode explicar a ingenuidade de D.A. Lazurkina, uma bolchevique da velha-guarda, que disse no XXIIo. Congresso, em 1961, que, durante todo o tempo em que esteve na prisão ou em campos de concentração, jamais blasfemou contra Stalin: "Ao longo de todo aquele período, defendi Stalin, a quem outros presos e companheiros acusavam. Eu dizia para eles: 'Não, não é possível que Stalin tenha permitido o que está acontecendo no partido. Não é possível.'"
Os trechos a seguir são do livro Stalin, triunfo e tragédia, volume 1 (1879-1939), de Dmitri Volkogonov (1928-1995), coronel-general do exército soviético e oficial da arma de propaganda que teve total acesso aos arquivos do Partido Comunista da URSS. Li-o e recomendo os dois volumes a todos.
(Em itálico esclarecimentos que eu acrescentei.)
Início
Nasceu em 1879, filho de um sapateiro que bebia demais e de mãe analfabeta.Em 1917, aos 37 anos de idade, morava
Durante o período imediatamente após a revolução de 1905, alguns dos membros mais radicais da ala bolchevique indicam que "o militante caucasiano Djugashvili (Stalin)" participou de diversos roubos, se não diretamente, pelo menos como um dos organizadores. Em especial, Martov assevera que o ataque particularmente audacioso, em 1907, aos cossacos que faziam a escolta de um carregamento de dinheiro em Tiflis "não daria certo sem Stalin." Roubaram cerca 1 de 300 mil rublos. Martov escreveu: "Os bolcheviques caucasianos se envolveram em diversas e ousadas empreitadas de natureza expropriatória: o sr. Stalin sabe disso e ele foi certa vez expulso do partido por seu comprometimento em expropriações."
Formação
Chegava (Stalin) aos quarenta anos de idade e seu futuro permanecia nebuloso. Não tinha qualquer qualificação ou experiência profissional, praticamente não trabalhara um dia sequer. Durante trinta anos, o país e o partido seriam governados por um homem sem profissão e sem habilitações, a menos que seja considerada profissão a meia-formação de padre. Molotov, pelo menos, completou o curso secundário, e Malenkov, que largou a universidade, desde cedo revelou-se um apparatchik assíduo da máquina do partido. Stalin, diferentemente de Kaganovich, era incapaz de consertar até um par de sapatos. O espaço para "profissão ou habilitação" dos formulários policiais era sempre preenchido com "empregado de escritório."
E Stalin chega lá...
A despeito de suas "imperfeições", Stalin tinha algo que faltou aos outros, isto é, a possibilidade de usar o aparelho do partido ao máximo em benefício próprio. O aparato era, na sua visão, o instrumento ideal do poder. E nem todos os bolcheviques tinham ouvido o alerta de Lênin sobre Stalin.
“Tendo se tornado Secretário-Geral, o camarada Stalin concentrou ilimitado poder em suas mãos, e não estou muito certo de que ele sempre usará tal poder com cuidado suficiente.” Lênin, Carta ao Congresso
Por que era poderoso?
De onde provinha o "ilimitado poder" do Secretário-Geral? Ele era responsável por todos os problemas correntes, muitos deles de interesse vital para o partido. Mas seu poder principal resultava de ter o comando da seleção e promoção de membros do partido para o centro e para as localidades. Isso significava milhares de membros. De início, a maioria das pessoas não viu as possibilidades ligadas à distribuição de funcionários do partido. Stalin, no entanto, logo fez a conexão entre aparato e partido.
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.
Carlos Drummond de Andrade © Graña Drummond
Estou a quase 1 km da rua Jardim Botânico, mas ouço ao longe o ruído do carro de som e do pessoal uivando junto.
foto Eva Hocks
Alô Miles Davis, alô Charlie Parker!
Standards do jazz tocados sem improvisos em excesso, como ressaltou o Szpilman, e platéia que entende do assunto e gosta de ver músicos amadores tocando feito grandes profissionais.
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Gente, um DVD ficou perdido na foto da postagem anterior, entre o Lush Life e o Keith Jarrett no Open Theater: é o GRP All-stars live, gravado em 1985 em Los Angeles.
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Mas esta é uma recomendação muito boa:
Nos comentários da Amazon, um cara escreveu:OU ISTO OU AQUILO
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e não guardo o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
Cecília Meirelles
desenho de Apard Szènes
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Desejo a você...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua Cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender uma nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel...
E muito carinho.....

Regendo a natureza!

Chico Buarque na música "Paratodos":"O meu pai era paulista
Meu avô pernambucano
O meu bisavô mineiro
Meu tataravô baiano
Meu maestro soberano
Foi Antonio Brasileiro..."

A fonte.
Passadinha obrigatória: Salve, maestro!
Na volta para o portão dos fundos, um jacú!
Pronto, quarenta minutos de caminhada, refeito para a vida!